APÓS VOLTA DE BRASÍLIA, PROF DE MURIAÉ ESCLARECE POLÊMICA NAS REDES SOCIAIS

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Em articulação em Brasília nos dias 12 a 16 de Julho, o professor premiado Natan Valentim, participou do Conune na estréia da União Juventude e Liberdade. Onde havia cerca de 70 jovens que não eram de esquerda na tentativa de concorrer à presidência nacional. O jovem professor, disse em entrevista para o portal Guia Muriaé que conversou com a atual presidente da UNE, onde conseguiu a promessa da atualização da Lei Federal do Estagiário. A presidente, Manuella Mirella, disse ” Nós firmamos uma parceria com o CIEE e estamos analisando possíveis ações que tomaremos juntos.”

Ainda em Brasília, o prof. se encontrou com lideranças estudantis de todos os estados brasileiros, onde puderam traçar as próximas políticas da UNE. No decorrer de sua viagem, dialogou com os deputados Marcel Van Hattem, Ricardo Salles, Dr. Thiago Manzoni e Kim Kataguiri. Em respostas as polêmicas após reportagem do portal Guia Muriaé o professor responde : ” Sinceramente não entendo o motivo da polarização, estive em Brasília para apoiar a UJL, aproveitei e me encontrei com os deputados que puderam me receber, inclusive, havia enviado mensagem para que os de esquerda pudessem me receber. Mas tenhamos paciência ! Hoje na internet tudo gira em torno de ” direita e esquerda ” não irei me submeter e resumir minha biografia nas correntes políticas. O lado que verdadeiramente abraça a  Constituição Federal e as liberdades individuais básicas, terão minha atenção. ” concluiu o jovem.

Professor ainda se entristece ao ler discurso de ódio contra a reportagem, perguntado ele responde ” Realmente fiquei triste ao ler diversos comentários pejorativos, recebi mensagens de cunho racial de pessoas que nem sequer conheço. Sabe, Casé[jornalista] não era desejo algum trazer essa polarização para Muriaé, quem conhece minha obra tem autoridade para falar de quem realmente sou. Vir da periferia, crescia numa casa que nem sequer tinha luz e chuveiro, sair da extrema pobreza, formei em instituição pública e tal, para hoje, ser menosprezado e ter minha carreira resumida a politicagem da mais vil em Muriaé. De fato, às vezes falo baboseiras, como todo jovem também fala, mas querer anular minha reputação acadêmica e social numa simples foto com políticos de direita é a mais baixa covardia. Inclusive tenho foto de encontro com políticos de esquerda e a “antidemocrática” direita “violenta” não me atacou à época. Desta forma, vemos que o extremismo está do lado dos que acusam os conservadores, cristãos e liberais de serem da extrema-direita. Até hoje, nunca sofri uma agressão sequer do pessoal da direita, mas da extrema-esquerda perdi as contas. Devemos ser democráticos e deixar todas as vozes falar, esse negócio de pregar silenciamento e cancelamento de pessoas que pensam diferente é ditadura disfarçada de polidez. Ou estamos numa democrácia, ou estamos numa ditadura?

O professor ainda relata que a UJL apesar de inscrita e ter pago as taxas para participar de todos os debates, foram impedidos por grupos estudantis da extrema esquerda de participarem efetivamente das rodas de conversa. ” Houve um momento que pensei, vamos apanhar aqui, num é que apanhamos. ” o professor relata em suas redes sociais que foram expulsos da Universidade Federal de Brasília e foram impedidos de participar dos debates. Inclusive o professor estava selecionado a falar no debate que discutiu sobre a Reforma do Ensino Médio. Reitera que os veículos de notícia: Jovem Pan, Gazeta do Povo, Metrópoles e Boletim da Liberdade foram uma das poucas mídias que deram publicidade e o relato fidedigno dos fatos.