OPERAÇÃO REBOQUE MALDITO – 2ª FASE CULMINA NA PRISÃO PREVENTIVA DO RESPONSÁVEL PELO PÁTIO CARANGOLA E NA PRISÃO DE MAIS UM ENVOLVIDO

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Equipe da Polícia Civil de Carangola – Operação Reboque Maldito

 

A Polícia Civil de Minas Gerais, por intermédio da Delegacia de Polícia Civil de Carangola, deflagrou nesta terça-feira, dia 12 de maio, a segunda fase da Operação “Reboque Maldito”, desdobramento de investigações iniciadas após a primeira etapa da operação, realizada em fevereiro de 2026, ocasião em que foram cumpridos mandados de busca e apreensão no estabelecimento denominado “Pátio Carangola LTDA”.

Nesta nova fase da operação, foi cumprido mandado de prisão preventiva em desfavor do responsável pelo estabelecimento investigado, expedido pela Justiça da Comarca de Carangola, em razão de elementos informativos colhidos ao longo da investigação que apontam, em tese, para a prática de crimes de corrupção ativa, crimes tributários, cobranças abusivas e exacerbadas relacionadas à remoção e estadia de veículos, além de fraudes envolvendo leilões de automóveis.

Além da prisão preventiva, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão relacionados às investigações em andamento. Durante uma das diligências, outro investigado foi preso em flagrante delito após a localização de arma de fogo, munições e aparelho celular ocultados em área de pastagem na zona rural de Carangola. Foram apreendidos um revólver calibre .38, munições intactas e estojos deflagrados, além de aparelhos celulares que poderão auxiliar no aprofundamento das investigações.

Segundo apurado pela Polícia Civil, durante o cumprimento das buscas, o investigado inicialmente apresentou versões contraditórias acerca da localização do aparelho celular, vindo posteriormente a admitir que havia escondido o material em meio à vegetação existente na propriedade rural.

A operação foi coordenada pelo Delegado Thales Borges Muniz e contou com a participação dos policiais civis Rafaella Fumian, Mayla Ayub Binoti, Nilson Ned Correa, João Walberto, Felipe Saluan da Cunha, Rodrigo da Silva Rocha, Jardel Ferreira e Deyvid Cesar Valente, compondo a integração das Delegacias de Carangola, Divino e Fervedouro.

As investigações prosseguem com o objetivo de apurar a extensão dos fatos, identificar eventuais outros envolvidos e esclarecer possíveis fraudes relacionadas ao setor de remoção, guarda e leilão de veículos na região.

Fonte: Informações da PCMG