Créditos: Portal Muriaé parceiro do Portal Miradouro
A Polícia Civil de Minas Gerais, por meio de equipes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Agência de Inteligência Policial (AIP) de Muriaé, sob a coordenação do delegado Glaydson Ferreira, deflagrou a Operação Última Chamada, que resultou em novo avanço nas investigações sobre o latrocínio que vitimou Ricardo Ferreira Braga.
Durante as diligências, foi efetuada a prisão de David Silva Souza, de 38 anos, e identificado Brendo Ferreira da Conceição, de 27 anos, como o segundo suspeito de envolvimento no crime.
Conforme apurado até o momento, ambos são moradores do bairro Inconfidência e teriam se deslocado até a residência da vítima.
Segundo a linha investigativa desenvolvida pela Polícia Civil, após a morte de Ricardo, dois aparelhos celulares da marca iPhone teriam sido subtraídos do imóvel e, posteriormente, revendidos na região central de Muriaé.
No curso das investigações, a Polícia Civil conseguiu localizar e apreender os aparelhos, que passam a integrar o conjunto probatório do inquérito policial e reforçam a apuração acerca da natureza patrimonial do crime.
As diligências prosseguem para esclarecer integralmente a dinâmica do latrocínio e verificar se outros bens também foram subtraídos da residência da vítima.
O aparelho celular de uso pessoal de Ricardo, até o momento, não foi localizado, circunstância que também vem sendo objeto de aprofundamento investigativo.
As investigações também apontaram que Brendo seria usuário de drogas, enquanto David é investigado por envolvimento com o tráfico de drogas no bairro Inconfidência.
Elementos colhidos durante a apuração indicam que David estaria enfrentando dificuldades financeiras relacionadas a dívidas no contexto do tráfico e buscava obter dinheiro de forma rápida, circunstância que, segundo a linha investigativa atualmente desenvolvida, pode ter contribuído para a motivação patrimonial do crime.
A Operação Última Chamada prossegue com novas diligências destinadas a esclarecer todos os detalhes do latrocínio, individualizar as condutas dos envolvidos, recuperar eventuais outros bens subtraídos e identificar a possível participação de outras pessoas.

























