O HORIZONTE TEM NOME: VACINA
Miradouro, 22 de março de 2021.
Miradouro, e toda Minas Gerais, se encontram na chamada “onda roxa”, desde o último dia 17 até, pelo menos, o próximo dia 31 de março.
Neste mês de março, o Brasil vem registrando a maior taxa de mortalidade por dia pela Covid-19, no mundo. Infelizmente.
Nossa estrutura econômica dificulta a adoção de medidas de isolamento social mais rígidas. 80% de nossas empresas – e dos empregos formais no país – estão nas condições de micro, pequenos ou médios empreendimentos. Além da quantidade absurda de empregos informais (sem carteira assinada) e de desempregados.
Diante desse cenário, onde as pessoas – patrões, empregados e autônomos – precisam trabalhar diariamente para sobreviverem, medidas como o “lockdown”, por exemplo, são praticamente impossíveis de serem tomadas.
Soma-se a isso, a dificuldade que o governo brasileiro tem de promover programas públicos mais robustos, em relação à ajuda financeira, para aqueles que mais necessitam. O novo Auxílio Emergencial, previsto para os meses de abril, maio, junho e julho, pagará em média R$ 250,00. São valores bem abaixo daqueles pagos em 2020. Porém, é o possível neste momento, segundo o Ministério da Cidadania.
Tudo isso dito, só vejo uma saída no curto e médio horizonte: A VACINAÇÃO EM MASSA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.
Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Nesta chamada “terceira onda” da doença, as faixas etárias entre 45-65 anos são as mais afetadas, no momento, por novas contaminações. Como se trata de uma camada muito grande da população, explica-se o quase colapso de aparelhos (como os ventiladores de ar médicos, conhecido como respiradores) e de vagas para internações, sobretudo de UTIs.
Não há outra saída: A CURA ESTÁ VINDO E VIRÁ, PELA IMUNIZAÇÃO DE TODOS NÓS.
É preciso uma união nacional – entre governos municipais, estaduais e federal, empresários, sociedade, Anvisa, Fiocruz, Instituto Butantã, entre outros – para a vacinação em massa. Precisamos cobrar do Congresso Nacional que, em diálogo com o Ministério da Saúde, faça acelerar as compras e distribuição de milhões de doses das vacinas autorizadas no país.
O Programa Nacional de Imunização anti-Covid-19 precisa ser mais célere. Precisamos da Vacina. Pela vida, pelo trabalho, pela volta à normalidade, pelo fim do medo!
Um abraço. Cuide-se bem.
#UnidosPelaVacina
#VacinaJá
#Avidadetodosimporta

























Sou a favor da vacina mas sou conta o fechamento das igrejas.
O prefeito Cloves Botelho não precisa obedecer o decreto do Governador de Minas Gerais porque o Presidente da República Jair Bolsonaro já emitiu um decreto que reconhece a Igreja como serviço essencial e autoriza o funcionamento da mesma.
O prefeito Cloves Botelho precisa se alinhar politicamente com o Presidente da República e não com o Governador de Minas Gerais.
As igrejas poderiam funcionar com restrições, uso de máscaras e distanciamento.
Boa tarde meu prezado amigo Sidiney.
Como sempre, muito obrigado pelo seu comentário. É sempre uma satisfação tê-lo aqui.
No âmbito da questão, pessoalmente, concordo com você.
Porém, trata-se de uma questão que devemos levar, e assim o faremos, para o Executivo Municipal.
Se há uma dupla interpretação em relação ao funcionamento das igrejas, há que se ter um parâmetro jurídico que possa dirimir a questão.
Portanto, cabe a nós do Portal Miradouro, procurar as autoridades municipais competentes, e procurar respostas para os seus argumentos, o mais breve possível.
Novamente, muito obrigado.
Grande abraço!