Cresol Minas

Na manhã desta quinta-feira, dia 21 de março, um acidente grave chocou os moradores de Miradouro. O incidente ocorreu na BR 116, no trevo do Posto Timbozão, e envolveu um veículo Astra e uma caminhonete Strada. A equipe de reportagem do Portal Miradouro esteve presente no local e acompanhou os esforços dos socorristas da Concessionária EcoRioMinas.

No veículo Astra estava apenas o motorista, que teria atravessado a pista, sendo atingido pela caminhonete Strada que transportava um casal em direção à cidade de Carangola. O condutor do Astra foi levado para o Pronto Atendimento do bairro do Cruzeiro devido a dores nas costelas, e posteriormente encaminhado para o Hospital São Paulo de Muriaé. A mulher que estava na caminhonete Strada sofreu escoriações e também foi levada para o mesmo hospital.

A Polícia Militar de Miradouro prestou auxílio até a chegada da Polícia Rodoviária Federal para as devidas providências. 

Na noite da última quarta-feira, dia 20 de março, a Quadra da Escola Municipal Doutor Olavo Tostes em Miradouro foi palco da Assembleia de prestação de contas da Cresol, a cooperativa que mais cresce na cidade. O evento reuniu os associados da cooperativa para apresentar os resultados do ano de 2023 e as novidades previstas para 2024. Os presentes puderam participar do sorteio de duas poupanças no valor de R$ 500,00, além de concorrer a diversos brindes.

A presença do prefeito Cloves Botelho e do vice Rogério Montezano destacou a importância do evento, demonstrando o apoio da administração municipal à Cresol e seus associados. A gerente da Cresol de Miradouro, Patrícia Assis, compartilhou as expectativas e novidades que estão por vir em 2024 para a região. 

Marcos, representando os conselheiros da Cresol Minas, expressou sua alegria em compartilhar mais uma vez os resultados e a função da cooperativa, reforçando os 20 anos de presença da Cresol na região. O evento foi encerrado com um jantar delicioso para todos os presentes, contando ainda com a presença de Jerônimo Navarro, vice-presidente da Cresol Minas Gerais, e Anderson Ribeiro, diretor executivo administrativo.

 

O governador Romeu Zema participou, nesta terça-feira (19/3), na Cidade Administrativa da cerimônia de adesão de Minas Gerais ao programa Pé-de-Meia. O evento contou com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, do secretário de Estado de Educação (SEE/MG), Igor de Alvarenga, além de 350 estudantes da rede estadual de ensino que fazem parte do público do programa.

A iniciativa federal, executada pelo Ministério da Educação (MEC), tem o objetivo de criar uma poupança para alunos matriculados no ensino médio da rede pública de ensino como forma de incentivar a permanência e conclusão escolar.

Em Minas Gerais, a estimativa é que o programa beneficie cerca de 190 mil jovens, de todas as redes públicas de ensino no estado, totalizando um investimento de R$ 545,6 milhões.

Ao assinar a adesão de Minas ao programa, o governador Romeu Zema enalteceu a relevância do Pé-de-Meia e destacou que iniciativas como essa, associadas a programas já realizados pelo Governo do Estado, como o Trilhas de Futuro, vêm contribuindo para a melhoria do ensino médio e para a formação dos estudantes mineiros.

“Em Minas, nós temos fortalecido o ensino médio. Temos hoje o maior programa de ensino profissionalizante gratuito do Brasil, o Trilhas de Futuro, que chegou à marca de 40 mil jovens formados e, que neste momento, tem 110 mil alunos fazendo mais de 90 cursos custeados pelo Estado. Ele, junto com o Pé-de-Meia, vem para reforçar a preparação dos jovens para o mercado de trabalho” explicou.

Para receber o incentivo, os estudantes não precisam se cadastrar. Eles devem ter entre 14 a 24 anos, serem de baixa renda, e estarem matriculados no ensino médio regular das redes públicas, além de pertencer a famílias inscritas no Programa Bolsa Família. Por enquanto, o programa irá beneficiar estudantes matriculados no ensino regular, para os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) serão feitas adaptações, para a entrada num segundo momento.

A previsão, conforme o Governo Federal, é a de investir R$ 7,1 bilhões por ano no programa, via fundo privado da Caixa Econômica Federal.

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A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Muriaé, em parceria com o Sicredi e outros parceiros, está promovendo uma série de ações promocionais em 2024 com o objetivo de impulsionar as vendas e auxiliar os comerciantes locais a superar desafios.

Com iniciativas inovadoras e estratégicas, as campanhas promovidas pela CDL e Sicredi têm contribuído significativamente para fortalecer o comércio da região, estimulando o crescimento econômico e a valorização dos empreendedores locais.

Se você é comerciante e deseja participar dessas iniciativas de sucesso, não perca a oportunidade! Entre em contato pelo número (32) 999416871 e saiba como fazer parte dessas ações que estão fazendo a diferença em Muriaé.

Juntos, CDL, Sicredi e demais parceiros estão transformando o cenário comercial da cidade, proporcionando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento local. Não fique de fora, participe e alavanque suas vendas!

Para mais informações, entre em contato: (32) 999416871

Imagem reproduzida da rede mundial de computadores à internet

Em um mundo onde as fronteiras entre a vida pessoal e profissional se tornam cada vez mais tênues, a saúde mental emerge como pilar fundamental ao engajamento e a produtividade no ambiente de trabalho. Líderes visionários e organizações contemporâneas estão cada vez mais comprometidos em criar espaços psicologicamente seguros, onde o bem-estar dos colaboradores é celebrado e promovido.

A jornada para um ambiente saudável e produtivo começa pela compreensão de que cada colaborador traz consigo um universo único de experiências e emoções. A cultura corporativa deve evoluir para acolher a integralidade do ser humano, integrando a vida pessoal e profissional de maneira harmoniosa. A incapacidade de fazer isso pode levar a sentimento de culpa e frustração, afetando negativamente a saúde mental e física dos colaboradores e, por consequência, seu desempenho.

O engajamento no trabalho é retratado como uma experiência de realização e dedicação, onde o estado de “flow” se apresenta como um oásis de produtividade e satisfação. Estudos apontam que o bem-estar no trabalho e o nível de engajamento estão ligados à identificação do colaborador com os valores e objetivos da empresa. Um ambiente que oferece suporte, qualidade nas relações e oportunidades de realização contribui significativamente para o bem-estar dos colaboradores.

O capital psicológico, composto por eficácia, otimismo, esperança e resiliência, é um indicador de engajamento. Colaboradores que possuem essas qualidades tendem a enfrentar desafios com uma perspectiva positiva e solucionadora. A Psicologia Positiva, com seu modelo PERMA, oferece uma estrutura para compreender o bem-estar através de cinco pilares: Emoção Positiva, Engajamento, Relacionamentos, Significado e Realização. Esses pilares são a base para a construção de um ambiente de trabalho onde o bem-estar e a felicidade são essenciais.

A liderança é um elemento transformador nesse cenário. Líderes eficazes são aqueles que compreendem as potencialidades e limitações de seus liderados, alocando-os estrategicamente para o sucesso coletivo e o desenvolvimento individual. Eles são a ponte entre os objetivos da organização e o sentimento de pertencimento e valorização dos colaboradores.

Em resumo, a saúde mental e o bem-estar são mais do que apenas benefícios; são a essência de um ambiente de trabalho produtivo e vibrante. As organizações que adotam estratégias focadas nesses aspectos não só melhoram o desempenho de seus funcionários, mas também pavimentam o caminho para o seu desenvolvimento integral. Afinal, colaboradores saudáveis e engajados são o coração pulsante de qualquer empresa bem-sucedida.

Que este artigo sirva como um chamado à ação para líderes e organizações que desejam cultivar um ambiente de trabalho onde a saúde mental e o engajamento sejam a norma, não a exceção. Que possamos todos nos esforçar para criar espaços onde a produtividade floresça a partir do bem-estar e onde cada indivíduo possa alcançar seu potencial pleno, impulsionado por uma paixão genuína pelo trabalho que realiza.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta terça-feira (19), a situação de emergência em mais 11 cidades de sete estados brasileiros afetadas por desastres. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira neste link.

Com o reconhecimento, os municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como assistência humanitária, reconstrução de infraestruturas e restabelecimento de serviços essenciais.

Os municípios de Água Branca e São José da Tapera, em Alagoas; Alto Santo, no Ceará, e Jatobá, em Pernambuco, enfrentam um período de estiagem.

Já Itamari, na Bahia, e Ouro Verde de Minas, em Minas Gerais, foram castigados por fortes chuvas. Também em Minas, Congonhal registrou alagamentos.

No Paraná, os municípios de Cascavel e Lidianópolis tiveram aumento no número de casos de dengue e obtiveram o reconhecimento devido a doenças infecciosas virais. Já Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, passa pelo mesmo problema.

Por fim, Lajes Pintadas, no Rio Grande do Norte, obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por causa da seca, que é um período de ausência de chuvas mais prolongado do que a estiagem.

Como solicitar recursos

Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação de recursos pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Fonte: MIDR

Fonte: Brasil 61

Nesta quarta-feira (20) a União paga mais de R$ 880 milhões referentes à segunda parcela do Fundo de Participação dos Municípios a mais de 5.500 cidades brasileiras. Mas nem todas irão receber o repasse — 34 delas estão bloqueadas de receber recursos federais, segundo o Tesouro Nacional.

Entre elas, Conceição do Almeida, na Bahia. O município de 17 mil habitantes tem R$  153.857,43 referentes ao FPM para receber, mas está impedido desde o último dia 11 de março. A secretária de administração e finanças da cidade, Renata Barros, explica que o bloqueio foi por problemas administrativos, mas já está sendo resolvido. 

“Houve uma revisão da parte da Receita Federal com relação ao cálculo do Pasep. Eles fizeram um detalhamento com a fiscalização e esse auto gerou uma multa para pagar. Nós já pagamos — e o município segue impedido até fazer o desbloqueio.” informou a secretária.

A gestora ainda informou que o desbloqueio já foi acionado junto à Receita Federal. Ela ressalta a importância do FPM para a cidade. “É a principal fonte de manutenção do município, principalmente pela folha de pagamento.”  

Dos 34 municípios  bloqueados, 7 são de Sergipe

Na lista dos municípios impedidos de receber o FPM, entre os estados com mais cidade bloqueadas está Sergipe. A redação do Brasil 61 entrou em contato com todos os sete municípios do estado bloqueados segundo a lista do Siafi, mas nenhum deles respondeu aos nossos questionamentos até o fechamento desta reportagem.

Municípios bloqueados de receberem recursos federais até 18/3:

  1. CONCEIÇÃO DO ALMEIDA – BA
  2. JEREMOABO    – BA    
  3. RIBEIRA DO AMPARO – BA        
  4. SANTANA – BA    
  5. PINDORETAMA – CE    
  6. CAIAPÔNIA – GO    
  7. SÃO SIMÃO – GO    
  8. NOVA MÓDICA – MG
  9. VARGEM GRANDE DO RIO PARDO – MG
  10. COXIM – MS    
  11. DOM AQUINO – MT    
  12. VILA BELA DA SANTÍSSIMA TRINDADE    
  13. CAPIM     – PB    
  14. SALGADO DE SÃO FÉLIX – PB    
  15. SOBRADO – PB    
  16. BRAGANEY – PR    
  17. CARAPEBUS – RJ    
  18. RIO DAS FLORES – RJ    
  19. SUMIDOURO – RJ    
  20. GUAMARÉ – RN    
  21. NATAL – RN    
  22. BARROS CASSAL – RS    
  23. SENADOR SALGADO FILHO – RS    
  24. JAPARATUBA – SE    
  25. JAPOATÃ – SE
  26. MARUIM – SE    
  27. NEÓPOLIS – SE    
  28. PIRAMBU – SE    
  29. ROSÁRIO DO CATETE – SE    
  30. SÃO DOMINGOS – SE    
  31. JANDIRA – SP    
  32. TAQUARITINGA – SP
  33. PARANÁ – TO    
  34. PIUM – TO

Entre os motivos que podem levar os municípios a terem os repasses federais bloqueados estão: 

  • Ausência de pagamento da contribuição ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep);
  • Dívidas com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
  • Débitos com a inscrição da dívida ativa pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN);
  • Falta de prestação de contas no Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde (Siops). 

Com dados do Tesouro Nacional, o Siafi reúne informações referentes a execuções orçamentárias, patrimoniais e financeiras da União. Quando um município é incluído no sistema, a prefeitura fica impedida de receber qualquer ajuda financeira, o que, segundo o especialista em orçamento público e mestrando em políticas públicas pelo IPEA, Dalmo Palmeira, complica a situação financeira, sobretudo dos de menor porte.

“Para os municípios que são muito dependentes do FPM, praticamente significa a paralisação do funcionamento das atividades básicas do município. Em muitos deles, a maior despesa é com pagamento de pessoal, então se isso permanece durante algum tempo, acaba atrasando a folha de pagamento.”
 

Fonte: Brasil 61

Suspeito de homicídio foi levado até a delegacia de polícia pelos familiares.

Nesta segunda-feira (18/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandado de prisão expedido contra um jovem, de 22 anos, suspeito de envolvimento no homicídio de um homem, de 36, ocorrido em dezembro de 2023, em Visconde do Rio Branco, na Zona da Mata.
Em razão desse crime, a equipe da Delegacia de Polícia em Visconde do Rio Branco desencadeou a operação Têmis, com o objetivo de identificar, localizar e prender o suspeito pelo homicídio.
Durante as apurações, a PCMG intensificou o monitoramento sobre o suspeito e manteve contato com as autoridades do município vizinho onde o homem se escondia. Além disso, os policiais civis estabeleceram comunicação direta com familiares do foragido, explicando os riscos da fuga.Com base nesse trabalho, o investigado foi convencido por parentes a se apresentar na Delegacia de Polícia da cidade, onde foi cumprida a ordem judicial.

Crime

Segundo o delegado Pedro Henrique Vasques, responsável pela investigação, na data dos fatos, o suspeito efetuou vários disparos de arma de fogo contra a vítima, em uma emboscada. O crime teria sido motivado por vingança, devido a um homicídio anterior, cometido pela vítima contra um parente do suspeito.

Têmis

O nome da operação faz referência à divindade grega que personifica a justiça, simbolizando a busca pela verdade, equidade e humanidade acima das paixões humanas. A deusa Têmis é frequentemente representada com os olhos vendados e uma balança na mão, sendo a protetora dos oprimidos e símbolo da ordem e da lei.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) obteve a condenação de 15 pessoas investigadas e denunciadas por envolvimento em esquema de solturas ilegais de presos em Belo Horizonte. As apurações indicaram que os crimes de organização criminosa, falsificação de documentos, inserção de dados falsos em sistemas de informações e lavagem de dinheiro ocorriam, pelo menos, desde 2015. As penas variam, conforme a participação de cada condenado no esquema, de dois anos de reclusão a até mais de 17 anos de prisão.  

As investigações, desenvolvidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, da Polícia Militar de Minas Gerais, da Corregedoria da Secretaria de Administração Prisional, apontaram que os envolvidos associaram e permaneceram associados, de forma estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem ilícita. O grupo contava com a participação de um advogado, estagiário, investigadores de polícia, agentes penitenciários e o presidente de uma associação relacionada à assistência a presos de Contagem, entre outros cidadãos. 

Conforme apurado, o grupo tinha como função providenciar, mediante pagamento, a criminosa soltura de presos de estabelecimentos prisionais da região metropolitana, em especial do Complexo Penitenciário Nelson Hungria, por meio da inserção de dados falsos em sistemas de cadastros dos órgãos de segurança pública estaduais. “Cada um dos membros tinha uma função específica, a qual se relacionava com as atividades profissionais exercidas por cada um dos criminosos”, diz trecho da denúncia. Todos os crimes cometidos pela organização se davam por meio do registro de falsas certidões de desimpedimento ou de alvarás de soltura. 

O Procedimento Investigatório Criminal, presidido pelo MPMG, foi instaurado no início de 2018, em razão do recebimento de notícia de que um traficante, já investigado pelo Gaeco, havia sido solto indevidamente de estabelecimento prisional localizado na região metropolitana de Belo Horizonte. 

Com a realização das diligências investigatórias, constatou-se que a soltura investigada pelo Ministério Público era apenas uma de muitas, executada por verdadeira empresa criminosa, que atuava falsificando informações dos sistemas eletrônicos das forças de segurança pública, visando à soltura de presos, mediante pagamento de propina. 

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Postado por Portal Miradouro on  17 de março de 2024
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Categoria: Destaque, Promoção

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