Cresol Minas

Ediel Honorato Caetano era morador da cidade de Muriaé

Na manhã desse sábado (18), um homem foi morto a facadas no distrtio de Bicuiba que pertence a São Francisco do Glória. O crime ocorreu nas imediações da BR 116, em frente a um posto de combustível, deixando a comunidade local em estado de choque.

Até o momento, as autoridades policiais não dispõem de informações sobre a motivação por trás desse ato violento que tirou a vida da vítima. A Polícia Militar foi acionada imediatamente e compareceu ao local do crime, juntamente com a perícia da Polícia Civil, que iniciou os trabalhos de investigação. Após a conclusão dos procedimentos periciais, o corpo foi liberado para ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Muriaé.

O corpo foi identificado como Ediel Honorato Caetano da cidade de Muriaé.

Em breve, mais informações serão divulgadas.

Fonte: Rádio Muriaé

O policial penal foi preso em casa e não resistiu a prisão

Uma operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Penal de Minas Gerais na tarde desta sexta-feira (17), resultou na prisão de um Policial Penal de 40 anos, lotado na Penitência Dr. Manoel Martins Lisboa Júnior, em Muriaé.

A ação foi coordenada pela Agência de Inteligência e Informações Policiais (AIP) da 4a Delegacia Regional de Polícia Civil de Muriaé e contou com a participação de membros da Corregedoria da Polícia Penal.

O Suspeito, que não teve a identidade divulgada, foi preso em sua residência, no Bairro João XXIII e não resistiu a ação policial. Há cerca de dois dias, ele foi internado no Hospital São Paulo, por conta da ingestão de diversos medicamentos.

A investigação aponta para a participação do Suspeito prestando auxílio material a Detentos de uma facção criminosa, favorecendo o ingresso de Aparelhos Celulares e outros itens proibidos na Unidade Prisional em troca de vantagem financeira.

Imagens do Circuito Interno da Penitenciária registraram o momento em que o Policial Penal entrega uma sacola, contendo Aparelhos Celulares a um Detento, que se encarrega de levá-los até os beneficiários, em um dos Pavilhões. Alegando problemas psiquiátricos o Policial Penal encontrava-se afastado de suas funções.

Os trabalhos investigativos seguem em andamento e a previsão de conclusão do Inquérito é de 30 dias.

Fonte: Rádio Muriaé

Resumo: Até o momento, já foi apurada a movimentação indevida de cerca de R$ 20 mil.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, na manhã desta sexta-feira (17/11), a operação O Cordeiro, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão contra investigados de estelionato, em Muriaé, na Zona da Mata. A equipe da 4ª Delegacia Regional em Muriaé apurou que os suspeitos, dois de 26 e um de 28 anos, seriam integrantes de associação criminosa estabelecida para a prática de estelionatos.

A operação teve o objetivo de arrecadar elementos probatórios dos crimes cometidos pelo grupo. Conforme apurado, um dos investigados é funcionário de uma empresa correspondente bancária e, ao oferecer ajuda para clientes com dificuldades em manejar aplicativos, mediante fraude, estaria transferindo para conta dos outros membros da associação antecipações de fundo de garantia contratados sem que a vítima percebesse a transação. Em seguida, os valores eram divididos entre os criminosos. Até o momento, já foi apurada a movimentação indevida de cerca de R$ 20 mil. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos quatro aparelhos celulares, que serão periciados.

As investigações seguem em andamento para a total elucidação dos fatos e a devida responsabilização dos envolvidos.

Investir em obras como extensão de rede e melhorias no sistema elétrico é imprescindível para garantir a segurança e qualidade na distribuição de energia. Porém, uma prática importante, mas não muito comum entre a maioria dos clientes, pode comprometer justamente a segurança e qualidade da energia que chega nas residências, imóveis urbanos e rurais, estabelecimentos comerciais e industriais.

“Estamos falando da declaração de carga, que consiste em informar para a Energisa a lista de equipamentos eletroeletrônicos que tem em casa. Essas informações são importantes para que a distribuidora possa dimensionar a rede elétrica de acordo com a demanda energética do cliente e dos imóveis atendidos nas proximidades”, explica Anderson Rabelo, gerente de Construção e Manutenção da Energisa Minas Rio.

Ele observa que, com o avanço da tecnologia, as pessoas têm investido cada vez mais em novos eletroeletrônicos, mas se esquecem de informar a necessidade de aumento de carga de energia à distribuidora, que precisa saber a carga necessária para suportar todos os equipamentos ligados ao mesmo tempo.

“Uma casa pode ter sido construída e a energia dimensionada para um ar condicionado, mas com o passar do tempo a família instala novos aparelhos, adquire mais um refrigerador ou outros equipamentos de alta potência, sem se atentar para o impacto disso na demanda de carga”, exemplifica Rabelo, ressaltando que nesses casos, a demanda de energia calculada a princípio não corresponde à necessidade do imóvel para o momento, o que pode impactar na qualidade da energia, provocando situações de sobrecarga, oscilações ou quedas de energia.

Outro fator a ser considerado é a segurança do cliente e seu imóvel, bem como do sistema elétrico. Por isso é indispensável revisar as instalações elétricas, certificando-se de que estão adequadas para a quantidade de eletrônicos em uso no imóvel. “É um alerta para a segurança de todos, pois se os cabos e disjuntores estiveram mal dimensionados, podem sofrer aquecimento, queima ou até incêndio”.

 Como declarar carga?

Todos os clientes, inclusive comércios e indústrias, precisam fazer a declaração de carga sempre que tiver alguma alteração de carga. Basta entrar em contato com a Energisa para informar a lista de equipamentos.

 Vale ressaltar que a declaração de carga não incide em nenhum custo adicional para o cliente, porque a conta de energia está diretamente ligada ao consumo dos equipamentos, ou seja, ao tempo de uso dos equipamentos e não a quantidade disponível no imóvel.

 Por isso a importância de adotar hábitos de consumo consciente para evitar o desperdício de energia e, consequentemente, a alta na conta ao final do mês.

 Se você ainda tem dúvidas, fale com a Energisa pelos canais de atendimento: Call Center 0800 032 0196, aplicativo Energisa On, site www.energisa.com.br ou WhatsApp Gisa www.gisa.energisa.com.br.

Foto da estrutura que foi arrancada pelo forte vendo

Uma carreta ficou presa debaixo da estrurura do posto

Na noite desta quinta-feira, dia 16 de novembro, a cidade de Miradouro foi supreendida por uma violenta tempestade, que trouxe consigo fortes ventos e chuva intensa. O alvo desse fenômeno foi o Posoto Nazarão, na BR 116, próximo da entrada para o distrito da Varginha. Funcionários e clientes foram pelo suto ao presenciar a destruição da estrutra do posto de combustível. De acordo com a equipe do posto, apesar do grande susto, não houve registro de feridos. No entato, os funcionários e clientes descreveram o ocorrido como alfo terrível e verdadeiramente assustador.

A fúria da tempestade deixou sua marca no posto Nazarão Miradouro, com veículos que estavam sendo abastecidos sofrendo danos consideráveis, uma carreta que estava na bomba abastecendo ficou preso debaixo da estrutura.

Diante do cenário caótico, a Defesa Civil de Miradouro foi acionada e estão atuando no local para garantir a segurança da área afetada e prestar auxílio necessário.

Fonte: Portal Miradouro –  O seu portal de notícias 

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) conseguiu na Justiça a condenação de um homem de Espera Feliz, município da Zona da Mata, a 34 anos de reclusão pelo crime de estupro de vulnerável contra três menores de idade. Na época com oito, dez e doze anos de idade, as crianças teriam sido vítimas, cada uma, ao menos sete vezes dos atos libidinosos praticados pelo então companheiro da mãe.  

De acordo com a Promotoria de Justiça Criminal de Espera Feliz, as ações foram praticadas na residência das vítimas, entre março e setembro de 2012. Na ocasião, a menina de 12 anos era a vítima principal dos atos libidinosos, que ocorriam, na maioria das vezes, quando sua mãe não estava em casa.  Ela afirmou em juízo que seu padrasto passava a mão em suas partes íntimas e a ameaçava caso contasse a alguém.  

Em depoimento, a menina e seus dois irmãos afirmaram ainda que o padrasto batia muito neles, com mangueira de gás, casca de pau verde, vara, chinelo, fio de energia. Segundo as crianças, se a mãe tentasse interceder por eles, apanhava também. Em relação aos atos libidinosos, só teriam cessado, após os menores contarem o caso para a mãe, que saiu de casa e denunciou o crime.  

De acordo com a decisão que condenou o homem, ao avaliar a gravidade do crime deve-se analisar também as agressões que a menina sofria “todas as vezes em que se recusava a praticar determinado ato sexual”. Na sentença, o juiz afirma que são crimes continuados, pois foram ações da mesma espécie, contra vítimas diferentes, e que guardam entre si conexões referentes ao tempo, lugar e modo de execução, cometidos com violência ou grave ameaça.  

Droga trazida do Rio de Janeiro estava escondida nos para-lamas do veículo dos suspeitos.

Na manhã desta quarta-feira, (15/11), em operação conjunta das policiais Civil de Minas Gerais (PCMG), Militar (PMMG) e Rodoviária Federal (PRF) dois suspeitos, de 49 e 29 anos, foram presos por tráfico interestadual de drogas, em Leopoldina, na Zona da Mata. As investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia em Cataguases, com apoio da Delegacia Regional em Leopoldina e do Serviço Reservado da 146° Cia PMMG, e troca de informações, apuraram que os dois indivíduos estariam trazendo consigo grande quantidade de drogas do Rio de Janeiro para Minas Gerais. Assim, o veículo da dupla foi interceptado na Rodovia BR 116, em Leopoldina, onde foram localizados, após minuciosa busca, aproximadamente mil pinos de cocaína escondidos nos para-lamas traseiro e dianteiro do automóvel. Aparelhos de celular também foram apreendidos e serão periciados. Os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

Equipe:
Delegado Regional Diego Candian.
Delegado Diego Mattos de Vilhena.
Inspetor Leonardo Laureano.
Subinspetores Leonardo Pessanha e André Rodrigues.
Investigadores Carlos Eduardo Loures Mendes, José Henrique da Silva Oliveira, Rodrigo e Edson Martinhão.
Escrivão Bruno.
Perito criminal Rafael Cunha Pena.

CDL Muriaé informa: COGEN está chegando!

Postado por Portal Miradouro on  16 de novembro de 2023
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Categoria: Destaque

Atenção! A segunda edição do COGEN está chegando e as vagas estão se esgotando rapidamente. Restam apenas algumas vagas do terceiro lote para este evento imperdível que acontecerá nos dias 23 a 25 de novembro. A contagem regressiva já começou e faltam apenas 8 dias. Garanta seu lugar agora mesmo antes que seja tarde demais!

 

Após denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), um homem que fez graves ameaças a uma mulher dizendo que compartilharia fotos íntimas dela nas redes sociais e distribuiria cópias impressas em seu local de trabalho, foi condenado a mais de sete anos de prisão em regime semiaberto. O acusado teria extorquido a vítima por 47 vezes entre setembro de 2021 e maio de 2022 e obteve vantagem econômica indevida no valor aproximado de R$15 mil. A sentença foi publicada pela 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte na última sexta-feira, 10 de novembro.

Além de cumprir pena em regime semiaberto, o condenado terá que indenizar a vítima em quantia equivalente às transferências que recebeu dela em virtude das ameaças. Os nomes dos envolvidos e suas respectivas idades não foram revelados, pois o processo tramita em sigilo.

O Ministério Público ajuizou nesta terça-feira, 14 de novembro, recurso de apelação visando o aumento da pena final por entender que o número de condutas repetidas ao longo de quase um ano deve levar ao acréscimo de 2/3 na pena fixada. 

Na denúncia, apresentada à Justiça pela 12ª Promotoria de Justiça Criminal de Belo Horizonte em janeiro deste ano, o réu foi qualificado nos autos como incurso no artigo 158, caput, por 47 vezes, na forma do artigo 71 (crime continuado), ambos do Código Penal.

Outro fundamento para o recurso é de que a pena base teria ficado incompatível com as circunstâncias desfavoráveis observadas no caso, além da reprovabilidade da conduta, os motivos e a personalidade do réu. “A motivação do réu, para além do aspecto financeiro, relaciona-se ao desvalor atribuído ao gênero feminino na sociedade, a ‘coisificação’ da mulher, mais uma vez colocada no lugar de objeto existente para atender demandas masculinas justamente por não ser enxergada e tratada como ser humano, merecedor de respeito em sua intimidade e dignidade”, ressalta a 12ª Promotoria de Justiça Criminal.

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A intenção do PL é mudar o nome para Parque Estadual da Serra dos Puri, reconhecendo a ancestralidade e o protagonismo do povo Puri na região

O deputado estadual Whelton Pimentel de Freitas, mais conhecido como Leleco Pimentel (PT), criou um projeto de lei (PL) que pretende mudar o nome do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro para Parque Estadual Serra dos Puri, destacando o papel histórico e cultural do povo indígena “Puri” na região. O projeto, em fase de tramitação desde o dia 8 de agosto deste ano, está sendo analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Willian Dias/ALMG | Leleco Pimentel (PT), criou um projeto de lei (PL) que pretende mudar o nome do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro para Parque Estadual Serra dos Puri

Como justificativa, o autor explica que o território em questão é fortemente marcado pela presença dos Puris e teve sua primeira denominação conhecida como “Serra dos Arrepiados”, referindo-se, na leitura do povo Puri, à forma pejorativa como seus antepassados foram tratados, considerando o “corte de cabelo” peculiar.

Ainda segundo a documentação, o deputado explica que estudiosos da cultura do território apontam o protagonismo do povo Puri em relação à conservação de plantas e costumes antigos, associando diretamente à preservação da biodiversidade regional que propiciou a proteção da área onde o Parque está localizado.

Para Whelton, reconhecer o protagonismo do povo Puri é condição para alcançar um novo patamar em um contexto de atenção e cuidados com a ‘Casa Comum’, visto que a educação ambiental verdadeira é aquela que resgata os valores dos povos que mantiveram o patrimônio natural brasileiro protegido.

Você sabe de onde veio o nome Serra do Brigadeiro?

Desde os primórdios do Estado de Minas Gerais, a coroa portuguesa buscou explorar os recursos e áreas naturais onde atualmente é a Zona da Mata Mineira, seja para descobrir novas rotas ou para captar ouro.

Até o início do Século XIX, a Serra havia se mantido intocada por questões naturais e políticas. Porém, tempos depois, colonizadores adentraram-se na região, provocando o desaparecimento dos povos indígenas existentes no local. O primeiro emissário do governo a inspecionar as divisas da Província de Minas Gerais, na mesma época, foi o brigadeiro Bacelar, que, extasiado com a beleza do lugar, rebatizou o território como Serra do Brigadeiro. Esse ato apagou a referência da presença indígena na região.

Principais impactos e percepções sobre a proposta da mudança

Rodinei Rochedo, indígena do povo Puri, professor, folclorista e contador de histórias, também conectado ao resgate da ancestralidade da região, acredita que essa mudança vai trazer uma retomada da história e da sensação de pertencimento a essa Serra: “Até então, ninguém nunca pesquisou ou teve a curiosidade de saber quem é esse brigadeiro e os Puris. Esse é um ponto de partida e retomada da nossa identidade cultural e ancestralidade.”

Já no campo do turismo, ele percebe que também é uma renovação, uma nova possibilidade de abordagem além do turismo ecológico, oferecendo uma maneira de explorar ainda mais o turismo cultural e histórico. Porém, ele observa: “Para que o turismo se desenvolva, precisamos muito mais do que uma mudança de nome. Precisamos de políticas públicas com projetos voltados ao desenvolvimento do turismo como negócio, cultura e ecologia. É um trabalho longo de conscientização a respeito da nossa história e da nossa ancestralidade”, reflete.

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