Projeto “Chega Mais, Comunidade” transformou escola do distrito de Dores da Vitória em espaço de aprendizado sobre sustentabilidade29

Fotos: CBA

A Escola Municipal Dom Helvécio, no distrito de Dores da Vitória, em Miraí, se tornou um espaço interativo de aprendizado sobre Mineração Sustentável na última sexta-feira (26/09). A iniciativa “Chega Mais, Comunidade!”, da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), por meio de seu Programa de Educação Ambiental (PEA), levou conhecimento sobre a extração de bauxita para cerca de 120 participantes, com 10 estações que mostraram, de forma lúdica, como a operação pode ser aliada da conservação ambiental.

Na ocasião, a comunidade escolar conheceu um pouco mais sobre a geologia local e a lavra de bauxita, com informações que apresentam o ciclo completo da mineração, e sobre pesquisa mineral, observando amostras de rochas e minerais. A Companhia também mostrou como é feita a gestão de segurança de suas barragens na região, a gestão de resíduos e o trabalho realizado em seus laboratórios.

Outro destaque foi o stand em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), onde os visitantes acompanharam o desenvolvimento de tecnologias utilizadas em áreas de reabilitação ambiental, restauração florestal e conservação hídrica, e entenderam a dinâmica de monitoramento de fauna, que exibiu equipamentos reais usados no acompanhamento dos animais silvestres.

O público também conheceu os projetos sociais desenvolvidos pela CBA por meio de parceiros da região. E, no espaço de manutenção, viu equipamentos que são usados no dia a dia para conservação de seus aparelhos móveis e sua usina de beneficiamento.

A programação gratuita também contou com atividades recreativas e apresentação de teatro do Grupo Toca, com temáticas de educação ambiental.

“Nosso objetivo é traduzir conceitos da operação de bauxita em experiências tangíveis, mobilizando os participantes para o cuidado com o meio ambiente na região, ao demonstrar como práticas sustentáveis podem ser adotadas de forma simples no dia a dia. Momentos como este mantêm o nosso vínculo com a comunidade, demonstrando que Mineração Sustentável e a conservação ambiental caminham juntas com a vocação do meio rural”, explica Christian Fonseca de Andrade, gerente das Unidades de Mineração da CBA na Zona da Mata mineira.

Sobre o Programa de Educação Ambiental – PEA

Desenvolvido há mais de 20 anos pela CBA, o PEA é uma iniciativa que tem o objetivo de disseminar a viabilidade ambiental da atividade minerária, por meio do conhecimento sobre o meio ambiente, além de ajudar na sua conservação, utilização sustentável e na busca de valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e demais espécies que habitam o planeta. Desde o início de sua atuação, em 2001, a iniciativa já contou com a participação de mais de 163 mil pessoas em Minas Gerais, onde a Companhia possui sua mineração de bauxita em operação.

Sobre a CBA

Desde 1955, a CBA – Companhia Brasileira de Alumínio atua de forma integrada, da mineração ao produto final, incluindo a etapa de reciclagem. Com capacidade de gerar 100% da energia consumida por meio de fontes renováveis, a CBA fornece soluções sustentáveis para os mercados de embalagens, transportes, automotivo, construção civil, energia e bens de consumo, além de ser líder em reciclagem de sucata industrial de alumínio.

Com a abertura de capital em 2021 (CBAV3), foi a primeira Companhia no segmento a ter ações negociadas na B3 e ingressou na carteira do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial – no seu primeiro ano de elegibilidade. Com receita líquida de R$ 8,2 bilhões em 2024 e R$ 1,4 milhão de EBITDA ajustado no período, a CBA tem o compromisso de garantir a oferta de alumínio de baixo carbono em parceria com os stakeholders, desenvolvendo as comunidades em que está inserida e promovendo a conservação da biodiversidade. Acesse a íntegra dos resultados e operações da Companhia em www.ri.cba.com.br

Quer saber mais? Acesse www.ri.cba.com.br.

O programa Nossa Energia, regulado pela Aneel e realizado pela Energisa Minas Rio, tem feito a diferença na vida de muitas famílias de toda área de concessão da distribuidora. 

Desde o início do ano, mais de 3.200 clientes foram atendidos com ações que ajudam a economizar energia e trazer mais conforto para dentro de casa. Ao todo, somente este ano, 24 cidades já foram contempladas, entre elas, Muriaé e região.

Essas ações incluem a troca de equipamentos antigos por modelos mais eficientes. Em 2025, já foram distribuídas mais de 16 mil lâmpadas de LED, que consomem menos energia e duram mais tempo. Além disso, 368 geladeiras e 192 ventiladores foram substituídos, garantindo mais economia e bem-estar para os moradores.

Até dezembro, o programa ainda vai entregar mais 13 mil lâmpadas de LED, 150 geladeiras e 271 ventiladores. Tudo isso sem custo para os clientes que se enquadram nos critérios do projeto, como estar inscrito na Tarifa Social de Energia Elétrica ou viver em áreas de vulnerabilidade social.

“Acreditamos que o uso inteligente da energia melhora a qualidade de vida das comunidades e fortalece nosso compromisso com um futuro mais sustentável. Estar presente e atuar diretamente onde nossos clientes vivem é essencial para construir uma relação de confiança e respeito”, afirma Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio.

Parceria que amplia os benefício

Pensando em levar ainda mais benefícios para quem mais precisa, o Nossa Energia firmou uma parceria com o projeto Rio Pomba Valley, uma iniciativa do Instituto Energisa que busca transformar a Zona da Mata Mineira em um polo de tecnologia e inovação. 

O projeto oferece cursos e formações para jovens e estudantes, preparando-os para trabalhar com tecnologia e empreendedorismo.

Foram escolhidos 28 alunos que moram em áreas mais carentes ou que têm direito à Tarifa Social de Energia Elétrica. Eles podem receber até seis lâmpadas de LED em suas casas.

Ao trabalhar junto com projetos locais, a empresa consegue levar os benefícios do programa Nossa Energia para quem mais precisa, ajudando a melhorar o conforto, a economia e a qualidade de vida das famílias.

Fotos: PMMG

Em mais uma ação estratégica de combate à criminalidade, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio das equipes da 97ª Companhia Tático Móvel do 47º Batalhão, realizou uma operação no bairro Aeroporto, em Muriaé, que resultou na prisão de dois homens, na apreensão de um menor e na retirada de entorpecentes e dinheiro oriundo do tráfico das ruas.

A ação foi realizada na noite de domingo, 28 de setembro, durante uma Operação de Incursão em Zona Quente de Criminalidade, e teve como foco pontos conhecidos por intensa movimentação do tráfico de drogas.

Prisões e materiais apreendidos

Durante a operação, os policiais militares abordaram três suspeitos nas ruas Santos Dumont e Manoel Correa do Prado. Dois homens, de 21 e 33 anos, foram presos em flagrante, e um adolescente de 17 anos foi apreendido.

Com os suspeitos, foram encontrados:

  • 99 papelotes de cocaína

  • R$ 3.785,45 em espécie

  • 2 aparelhos celulares

  • 1 veículo VW Gol

Todo o material, juntamente com os envolvidos, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para os devidos procedimentos legais.

Reforço no combate ao crime

A ação contou com o apoio de diversas guarnições da Polícia Militar, reforçando o comprometimento da corporação com a segurança da população muriaeense. De acordo com a PMMG, operações como essa são fundamentais para desarticular organizações criminosas e reduzir os índices de criminalidade na região.

A Polícia Militar segue atuando de forma incisiva e permanente no enfrentamento ao tráfico de drogas, uma das principais causas da violência urbana.

 

Miradouro (MG) – Três pessoas ficaram levemente feridas após o veículo em que estavam capotar na tarde deste domingo (28), na estrada que liga os municípios de Miradouro e Vieiras.

De acordo com informações do condutor, o acidente ocorreu após uma falha no sistema de freios do carro. Ao iniciar um trecho de declive próximo à estação da Energisa, ele perdeu o controle da direção, resultando no capotamento do veículo, um Corsa Classic.

Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e prestaram atendimento às vítimas no local. Duas das três pessoas que estavam no automóvel precisaram ser encaminhadas para o hospital. Felizmente, todas sofreram apenas ferimentos leves.

O carro ficou bastante danificado e precisou ser removido por um serviço de guincho. A Polícia Militar esteve no local, controlou o trânsito e ficou responsável pelo registro da ocorrência.

As causas exatas do acidente serão investigadas.

                                 Foto: Gilson Junior

Fervedouro (MG) – Um jovem de 24 anos foi encontrado morto na tarde deste domingo (28), em uma residência localizada no Córrego São Roque, na zona rural de Fervedouro. A Polícia Militar chegou ao local após receber uma denúncia anônima informando que poderia haver um corpo no imóvel.

Segundo relato do denunciante, na noite anterior foi ouvido um disparo de arma de fogo nas proximidades, e uma pessoa teria sido vista entrando na casa.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o corpo de Warley Victor Dias Barbosa, natural de Caratinga (MG), caído no chão do imóvel. A vítima apresentava uma perfuração por disparo de arma de fogo na região do rosto.

Durante a varredura na residência, os militares localizaram uma balança de precisão, uma faca, pinos vazios de cocaína, materiais para embalo de drogas e outros objetos ainda não identificados. Os indícios apontam para uma possível ligação do local com o tráfico de entorpecentes.

A Polícia informou que, após consulta ao sistema, foi verificado que a vítima possuía vasta ficha criminal, incluindo passagem por homicídio tentado, entre outros delitos.

A Perícia da Polícia Civil foi acionada, realizou os trabalhos de praxe no local e liberou o corpo para o Instituto Médico Legal (IML) de Muriaé, onde serão realizados os exames necroscópicos.

A investigação do caso ficará a cargo da Polícia Civil, que agora trabalha para identificar a autoria e motivação do crime.

Fonte: Portal Miradouro – Informações do site Rádio Muriaé

A PMMG, por meio do 3º Pelotão da 75ª Cia PM do 47º BPM em Divino/MG, realizou uma ação que resultou na recuperação de uma motocicleta furtada e na apreensão de materiais ilícitos na noite de sábado, 27 de setembro de 2025.

Acionada para atender a um furto a residência no Córrego dos Alves, onde foram levados uma motocicleta, televisão e dinheiro, as equipes da PMMG identificaram três autores pelas filmagens.

Durante as diligências e rastreamento, a PMMG encontrou na casa dos suspeitos a motocicleta furtada desmontada. Dois dos autores fugiram para um cafezal e não foram alcançados.

A ação da PMMG resultou na apreensão dos seguintes materiais:

* 01 Motocicleta (utilizada para a prática do furto).

* ⁠01 Motocicleta (produto de furto)

* 18 recipientes com 24 pés de maconha.

* 5 pássaros da fauna silvestre em cativeiro.

* 01 Aparelho celular.

* Uma blusa usada no crime.

A PMMG recuperou os bens da vítima e retirou de circulação as drogas e os animais silvestres em situação irregular. O registro foi finalizado para as devidas providências da Polícia Judiciária.

Na tarde deste domingo (28), uma ação ágil e eficiente da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) impediu um furto que poderia causar sérios prejuízos à população de Muriaé e cidades vizinhas.

A Sala de Operações (SOU) da PMMG recebeu, por meio do telefone 190, uma denúncia informando que dois indivíduos estariam nas dependências de um prédio pertencente a uma empresa de telefonia, localizado na Rua Coronel Domiciano. Segundo a denúncia, a dupla tinha a clara intenção de subtrair material de cobre do local.

Imediatamente, equipes de patrulhamento foram acionadas e se dirigiram ao endereço informado. Após buscas no local, os policiais localizaram os suspeitos no alto de uma torre de transmissão de internet. Com eles, foi apreendido um alicate, que seria utilizado para cortar os cabos da estrutura.

Graças à rápida mobilização e à ação tática precisa da Polícia Militar de Muriaé, o furto foi frustrado antes que pudesse ser consumado. Caso o crime tivesse sido concluído, haveria o risco de interrupção do serviço de internet em toda a região, o que impactaria milhares de usuários em Muriaé e municípios vizinhos.

Os dois suspeitos foram detidos em flagrante por tentativa de furto e encaminhados à Delegacia de Polícia para as providências legais cabíveis.

A ação reforça a importância da atuação rápida das forças de segurança e a colaboração da população, que, ao denunciar, contribui diretamente para a prevenção de crimes e para a manutenção da ordem pública.

As chamadas arboviroses, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, representam uma preocupação crescente para a saúde materno-infantil no Brasil. Selecionado como um dos 50 melhores artigos publicados recentemente sobre saúde pública na revista Nature Communicationsum estudo da Fiocruz analisou mais de 6,9 milhões de nascidos vivos no país, entre 2015 e 2020, e revelou que a infecção por esses vírus durante a gravidez está associada a maiores riscos de complicações no parto e para os recém-nascidos, incluindo parto prematuro, baixo peso ao nascer e até morte neonatal.

Os achados da pesquisa, conduzida por cientistas do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia), indicaram que infecção por arboviroses durante a gestação elevou o risco de parto prematuro, baixo escore de Apgar (avaliação rápida realizada após o nascimento para verificar a adaptação à vida fora do útero) e óbito neonatal. 

Com relação às doenças, a dengue, além de estar ligada ao parto antes do tempo e ao baixo peso, também mostrou associação com alterações estruturais e funcionais no desenvolvimento do feto, chamadas de anomalias congênitas. No caso da zika, os efeitos adversos foram ainda mais amplos, com destaque para as más-formações congênitas, cujo risco foi mais que duplicado entre bebês de mães infectadas. 

Líder da pesquisa, Thiago Cerqueira-Silva destaca, no entanto, que os padrões de risco variam entre o vírus e o período da infecção. “O estudo fornece evidências robustas e detalhadas que desmistificam a ideia de que apenas a zika é uma grande ameaça na gravidez. Demonstramos que a chikungunya e a dengue também têm consequências graves, como o aumento do risco de morte neonatal e anomalias congênitas. Essa informação é crucial para direcionar a atenção clínica e de saúde pública”, explica.

O pesquisador ainda pontua que o estudo traz novas evidências sobre os impactos das infecções por arbovírus na gestação, indicando períodos de maior vulnerabilidade em cada trimestre. A variação do risco sugere que diferentes mecanismos biológicos atuam em cada fase, o que reforça a importância da vigilância e da prevenção ao longo de toda a gravidez.

Complicações no parto

“Nosso estudo define as ‘janelas críticas’ de vulnerabilidade, mostrando em qual trimestre cada infecção apresenta maior risco. Isso permite que profissionais de saúde orientem melhor as gestantes e intensifiquem a vigilância nos períodos de maior perigo. Finalmente, considerando as mudanças climáticas, o estudo é relevante para regiões além das tropicais”, Thiago observa.  

O que motivou o grupo a se debruçar no tema foi a limitação de estudos que investigam as consequências clínicas da infecção por arbovírus durante a gravidez, além da existência de conclusões conflitantes na literatura científica.  

“Os estudos anteriores eram, em sua maioria, baseados em coortes pequenas, o que limitava a capacidade de avaliar múltiplos desfechos com precisão. Além disso, muitos continham falhas metodológicas importantes, como o ‘viés de tempo imortal’, que ocorre ao não tratar a infecção como um evento que acontece em um ponto específico durante a gestação, podendo subestimar os verdadeiros riscos. Nosso objetivo era superar essas limitações”, o pesquisador destaca.  

“Ao analisar a infecção como um evento que varia no tempo, obtivemos estimativas de risco mais precisas. Se tivéssemos usado a abordagem tradicional (desconsiderando qual momento a infecção ocorre), os riscos de parto prematuro e baixo peso ao nascer teriam sido subestimados ou até mesmo mascarados. Isso mostra que a forma como analisamos os dados é tão importante quanto os dados em si”, completa.

A pesquisa utilizou dados da Coorte de 100 Milhões de Brasileiros do Cidacs/Fiocruz Bahia e, para reforçar a consistência dos resultados, os pesquisadores aplicaram um “controle negativo”: analisaram infecções por arbovírus ocorridas entre 6 e 24 meses antes da gravidez. Nessa análise, os efeitos por infecções anteriores as gestações foram mínimos ou não existentes, reforçando que os achados do estudo são robustos.

Prevenção das infecções durante a gravidez

Para o pesquisador, os resultados do estudo deixam claro que é preciso fortalecer as medidas de prevenção durante a gestação. Isso não apenas protege a saúde das mães, mas também ajuda a evitar consequências que podem marcar a vida dessas crianças por muitos anos.  

Em comunidades vulnerabilizadas, a maior exposição ao mosquito transmissor aumenta o risco de infecção, e os efeitos durante a gravidez tendem a ser mais severos. Além disso, o peso financeiro no cuidado de crianças com anomalias congênitas ou complicações neonatais recai de forma desigual sobre famílias com baixa renda.

“É esperado que essas infecções causem maior impacto em populações mais vulneráveis. As populações mais vulneráveis estão mais expostas ao vetor, têm maior chance de serem infectadas e, consequentemente, sofrem mais com os desfechos adversos na gestação”, enfatiza Thiago.

Diante desse cenário, o pesquisador defende que políticas públicas sejam direcionadas principalmente para a prevenção primária, como estratégia central para reduzir disparidades. A urgência de ampliar a cobertura vacinal contra dengue, e adicionar a vacinação contra chikungunya na política nacional de imunização, é uma das recomendações.

“Garantir que as vacinas existentes (dengue e chikungunya) e as futuras sejam oferecidas gratuitamente e com ampla cobertura, priorizando áreas de maior risco, é fundamental para proteger todas as gestantes, independentemente de sua condição socioeconômica. Além disso, campanhas educacionais informando sobre os riscos associados à dengue e à chikungunya durante a gestação são necessárias, uma vez que atualmente apenas os impactos negativos da zika são bem difundidos”, indica. 

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio do 2º Pelotão da 75ª Cia do 47º BPM, realizou uma apreensão de arma de fogo e munições no município de Fervedouro, na data de 26 de setembro de 2025.

A ação, conduzida pela equipe de Rádio Patrulhamento de Fervedouro, teve início após o recebimento de uma denúncia anônima que indicava a prática de tráfico de drogas e posse de arma de fogo nas imediações do Posto Minutus.

Em resposta à denúncia, a guarnição deslocou-se imediatamente para o local. Durante as diligências e buscas nos arredores, os militares localizaram um pote contendo 12 munições intactas de calibre .22 escondidas no pneu de um caminhão que estava estacionado.

Prosseguindo com as buscas em outro veículo nas proximidades, a equipe da PMMG encontrou um revólver calibre .22 com a numeração raspada. A arma estava municiada com 6 cartuchos intactos e 1 cartucho deflagrado.

O suspeito, que teria ligação com o material apreendido, conseguiu evadir-se do local antes da abordagem policial.

Resultados da Operação:

* 01 revólver calibre .22 (numeração raspada)

* 18 munições calibre .22 intactas

* 01 munição calibre .22 deflagrada

O material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Polícia para as providências cabíveis e continuidade das investigações.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a Prefeitura de Brumadinho e uma comissão de atingidos participaram de audiência, no dia 25/9/25, com a juíza auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Marcela Novais.

De acordo com Joceli Andrioli, dirigente nacional do MAB, a principal pauta levada ao TJMG foi a instauração do auxílio emergencial, já que a atual política de mitigação (Programa de Transferência de Renda – PTR), será encerrado em outubro/25 em um fim prematuro que não é aceito pelos atingidos. Segundo Andrioli, o fim do PTR vai agravar a fome em comunidades da Bacia do Rio Paraopeba e do Lago Três Marias.

“O Auxílio Emergencial é um direito garantido pela Política Nacional dos Atingidos por Barragens. Já tivemos uma vitória em primeira instância com a tutela de urgência, mas o processo foi suspenso no Tribunal e depois instaurado um conflito de competência. É urgente que o TJMG defina o desembargador responsável e dê uma decisão célere”, afirmou Joceli.

O movimento defende que o caso seja julgado pela 19ª Câmara Cível, responsável por outros processos ligados ao rompimento da barragem em Brumadinho. “A decisão de primeira instância já determinou que a Vale S/A complemente os pagamentos. Esse recurso não é indenização, mas uma medida mitigatória que precisa ser garantida até a reparação integral”, reforçou.

Além do Auxílio Emergencial, o MAB apresentou ao Tribunal a necessidade de implementar medidas estruturantes orientadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pela Recomendação 163/2025. Foi proposto um grupo de trabalho para tratar do tema, com compromisso de realizar reuniões acompanhadas pelo movimento.

Outra cobrança feita pelo MAB foi a transparência no debate sobre a reparação. O TJMG se comprometeu a realizar uma audiência pública nos próximos dias para tratar especialmente das questões socioambientais.

O integrante da coordenação do movimento também criticou as posturas tanto da mineradora Vale S/A quanto do governo estadual. “Hoje vemos um complô entre a Vale e o governo Zema, que tentam sustentar um acordo falido. O dinheiro está acabando e isso viola os direitos dos atingidos. Não aceitaremos que o poder econômico pressione o poder político para retirar conquistas da população atingida”, denunciou.

O MAB reafirmou que não aceitará o fim do PTR em outubro e que continuará pressionando por “dinheiro novo” para assegurar a continuidade do pagamento mensal às famílias atingidas.

Complô para criminalizar a Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social (Aedas) 

Quanto à denúncia divulgada pelos meios de comunicação acusando a Aedas, assessoria técnica independente de 6 municípios da Bacia do Paraopeba, depois desmentida por decisão judicial,

“Isso é muito sério, porque é uma postura das instituições de justiça, como os julgadores, que não competem a eles, inclusive boicotando o judiciário sobre esse tema. Isso é uma denúncia da nossa preocupação e pedimos ao tribunal que acompanhe isso com muita clareza, porque nós não vamos permitir que o poder econômico pressione o poder político para violar direito dos atingidos, como é o caso que está acontecendo aqui em Minas Gerais, através do complô Zema e Vale”, pontuou Joceli.

Veja a denúncia completa: https://youtu.be/TPSwFyJPoak

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