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Fotos: Belisário Notícias no Instagram @belisario_noticias

Neste domingo (23), a comunidade de Belisário, distrito de Muriaé, recebeu a 9ª edição da tradicional Caminhada das Águas. O evento, que já se tornou um marco na preservação do meio ambiente e na conscientização sobre a importância dos recursos hídricos, contou com a presença de importantes figuras públicas, como a Secretária Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Muriaé, Adriana de Moraes Ribeiro, Reginaldo Roriz Vereador de Muriaé, e o Deputado Federal Padre João (João Carlos Siqueira).

O Deputado Padre João, nascido em Urucânia, Minas Gerais, e em seu terceiro mandato como parlamentar, esteve presente na solenidade realizada na Cachoeira do Nahor. Durante o evento, ele fez um discurso emocionado, destacando o papel crucial de Frei Gilberto na defesa da água e do meio ambiente, reafirmando o compromisso com a preservação e a importância da união da comunidade para garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.

Padre João, membro do Partido dos Trabalhadores (PT), é conhecido por sua forte atuação em prol da agricultura familiar e da preservação ambiental, sendo um defensor ferrenho dessas causas no Congresso Nacional. Sua presença na caminhada reforçou a importância do trabalho conjunto entre a sociedade civil, as autoridades locais e as instituições para promover políticas públicas que respeitem o meio ambiente.

A caminhada, que teve início na Igreja Matriz de Belisário, foi marcada pela participação ativa de romeiros, que percorreram as belas paisagens da região até chegarem à Cachoeira do Nahor. No local, foi celebrada a Eucaristia com Frei Gilberto, um dos grandes nomes da comunidade local, que tem se dedicado à causa ambiental e à conscientização sobre a importância das águas.

O evento foi o ponto alto das celebrações da Semana Municipal #dasÁguas, uma iniciativa que busca sensibilizar a população sobre a importância da preservação dos recursos hídricos e do meio ambiente. A ação contou com a presença de diversas autoridades, moradores e visitantes, que se uniram para fortalecer a luta em defesa da natureza e da sustentabilidade em Muriaé e região.

Adriana de Moraes Ribeiro, Secretária Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, ressaltou a importância da realização de eventos como a Caminhada das Águas, que não apenas celebram, mas também educam e mobilizam a população para a causa ambiental. Ela destacou que a gestão pública tem se empenhado em implementar políticas públicas que busquem a preservação dos recursos naturais e o desenvolvimento sustentável do município.

A 9ª Caminhada das Águas de Belisário, mais uma vez, se consolidou como um evento de grande relevância para a comunidade e um exemplo de como a união de todos é essencial para a preservação do meio ambiente e o fortalecimento das práticas sustentáveis na região.

Fonte: Portal Miradouro – Informações Belisário Notícias

Na última sexta-feira (21), o Hospital Felício Rocho alcançou um feito inédito ao realizar o maior número de transplantes em um único dia no ano de 2025. Em apenas 24 horas, foram realizados oito transplantes de órgãos, demonstrando a grande capacidade operacional da instituição e o comprometimento de sua equipe multidisciplinar. Os procedimentos realizados incluíram: três transplantes renais com doadores falecidos; três hepáticos; um cardíaco e um renal intervivo.

Além disso, foram realizadas duas captações de órgãos, sendo uma com múltiplos órgãos destinados ao próprio hospital (fígado, rins e coração). Outro fígado foi disponibilizado e captado por uma equipe local em Juiz de Fora. Segundo o cirurgião geral e de transplantes do Hospital Felício Rocho, Silvério Leonardo, essa marca histórica reforça a disponibilidade da equipe transplantadora e a capacidade de integração entre os diversos setores envolvidos, como centro cirúrgico, CTI, laboratório, banco de sangue e setor de imagem.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2023 foram realizados 28.533 transplantes no Brasil, sendo 9.255 de órgãos. O restante foram de córneas e de medula óssea. Ainda segundo dados federais, os procedimentos mais realizados foram de córnea (16.027), rim ( 6.208) e medula óssea ( 3.251). Atualmente, 45.300 pessoas aguardam na fila para a realização de um transplante.

Desafios logísticos e a importância da doação de órgãos

A realização de um número tão expressivo de transplantes em um único dia exige uma complexa organização logística. “O principal desafio é coordenar simultaneamente as captações e os transplantes, minimizando o tempo de isquemia fria dos órgãos, garantindo sua viabilidade e aumentando as chances de sucesso para os receptores”, explica Silvério.

Outro aspecto fundamental para alcançar essa conquista é a conscientização sobre a doação de órgãos. “Tudo começa com um ‘SIM’ do familiar do doador. A doação de órgãos é um ato de amor à sociedade, e é essencial que a população esteja informada sobre a importância desse gesto para salvar vidas”, ressalta o especialista.

Com esse recorde, o Hospital Felício Rocho reafirma seu papel de referência em transplantes e reforça o compromisso de continuar avançando para oferecer tratamento de excelência aos pacientes que aguardam por um órgão.

Evento aconteceu em Laranjal, Rosário da Limeira, Miradouro e Vieras, na Zona da Mata mineira. Além das reuniões com as comunidades atingidas por grandes empreendimentos, os encontros tiveram serviços de cidadania e palestras sobre políticas públicas

A instalação de barragens e grandes empreendimentos de mineração em comunidades tradicionais geram impactos complexos e reforçam a necessidade de muito diálogo e de trabalho permanente de instituições da Justiça. A constatação, base da atuação do Centro de Apoio Operacional às promotorias de Justiça de Apoio Comunitário, Inclusão e Mobilização Sociais (CAO-Cimos) do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), transpareceu durante a terceira edição do Ministério Público Itinerante, realizada em Laranjal, Rosário da Limeira, Miradouro e Vieiras, na microrregião de Muriaé, na Zona da Mata mineira. Em três das quatro cidades visitadas entre os dias 18 e 21 de março, houve reuniões que trataram do tema e apontaram a urgência de reparações sociais e econômicas para moradores do entorno das áreas de exploração.

O evento do MPMG iniciou as conversas sobre o tema em Laranjal, na terça-feira, 17. Em reunião com o coordenador do CAO-Cimos, Paulo César Vicente de Lima, pescadores e agricultores familiares narraram os desafios da convivência com a barragem do local conhecido como Barra do Braúna, onde uma usina hidroelétrica se instalou em 2010. A criação do lago impactou comunidades de pescadores e agricultores familiares. A empresa, na época, promoveu ações de reparação socioeconômica por meio de duas cooperativas locais, uma voltada à produção de peixes em cativeiro e outra que atuava com a produção de mudas nativas e frutíferas, uma além do cultivo de seringueiras.

Embora, segundo membros da comunidade, o fomento à produção tenha funcionado nos primeiros anos, os resultados começaram a refluir logo antes da pandemia e foram definhando com o tempo. Durante a reunião, as críticas se voltaram à má gestão das cooperativas e ao desinteresse da concessionária operadora da usina em prosseguir com os projetos. O sintoma atual do desarranjo é a persistência da vulnerabilidade social e econômica das famílias, além da frustração com o encerramento das atividades econômicas introduzidas, que, por algum momento, trouxeram esperança de reparação digna.

Na quarta-feira, o foco se voltou à exploração de bauxita na vizinha Rosário da Limeira. O minério, base para a produção de alumínio, é abundante na região — a Zona da Mata de Minas tem a segunda maior jazida do Brasil. No caso do município, as licenças ambientais para exploração do minério avançaram nos últimos anos, embora a operação ainda não esteja acontecendo. Duas queixas foram recorrentes entre as famílias presentes no encontro com o Cao-Cimos.

Em primeiro lugar, a comunidade questionou a prática da concessionária em negociar individualmente com os pequenos proprietários o arrendamento de terrenos para pesquisa do solo ou a compra de lotes e fazendas. De acordo com os relatos, representantes da empresa vem visitando os moradores de porta em porta pedindo para iniciar pesquisas de concentração do minério nas terras. Além de alimentar especulações na comunidade, as sondagens individuais, segundo os moradores, se desdobram em intimidações e assédio, especialmente quando se trata de famílias humildes. Os participantes da reunião alegaram que a empresa tem por padrão ignorar movimentos sociais e impedir a negociação coletiva de direitos.

Uma segunda preocupação dos moradores é em relação ao futuro da comunidade. A exploração da bauxita pode acabar com o modo de vida tradicional da região a ponto de inviabilizar a moradia no entorno da jazida. Isso porque os impactos podem envolver o trânsito intenso de caminhões e máquinas pesadas, desafiando a estrutura das casas; além do fluxo intenso de grandes levas de trabalhadores homens e a poluição das águas e do ar, que podem prejudicar a produção do campo. Por outro lado, para quem vender seus terrenos à mineradora, fica a incerteza da adaptação à vida urbana, provável destino para desalojados pelo empreendimento.

Para além do impacto socioeconômico de um possível início da exploração, há um agravante ambiental na mineração de bauxita no local. Boa parte das jazidas encontram-se na chamada zona de amortecimento do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, que circunda 10km ao redor da reserva legalizada. Isso significa que, no local, há restrições a atividades que possam impactar a biodiversidade e segurança da área protegida, caso da mineração.

Em Miradouro, no terceiro dia de serviços do MP Itinerante, um proprietário de um sítio rural situado na zona de amortecimento do parque da Serra do Brigadeiro procurou a promotoria de Justiça local para denunciar o início de obras de uma barragem para geração de energia hidroelétrica. De acordo com o morador da comunidade, existe o risco de redução brusca do nível de água no rio, o que pode impactar economicamente o turismo e a produção rural na região. A reunião foi acompanhada pelo coordenador do CAO-Cimos Regional Zona Da Mata, Felipe Valente Vasconcelos Sousa.

A historiadora e assessora do MPMG, Marcella Nunes, destacou que as reuniões abriram um novo canal de diálogo com as comunidades atingidas pelos empreendimentos. “Foi o primeiro contato do CAO-Cimos da Zona da Mata com essas populações. E o MPMG escutou as demandas para que elas sejam melhor apuradas, para que a situação seja compreendida visando a garantia dos direitos dessas populações”, ressaltou. De acordo com a servidora, as políticas nacional e estadual de atingidos por barragens trazem avanços na reparação, uma vez que as leis trazem tipificações de danos e caminhos para o enfrentamento dos impactos. Embora no caso de Rosário da Limeira não exista barragem de rejeitos, a legislação permite interpretar os impactos por analogia, facilitando o enquadramento dos empreendimentos nas hipóteses legais. “O MPMG atua para garantir o direito de reparação integral, direito ao bem viver para que o modo de vida e a dignidade dessa população sejam mantidos”, disse, reconhecendo a complexidade dos casos.

O promotor de Justiça de Muriaé Pedro Henrique Alvim ressaltou a relevância dos encontros. “É nossa obrigação e responsabilidade estar presente na comunidade, auxiliar a comunidade nessas reuniões sobre empreendimentos que podem gerar repercussões socioeconômicas, por exemplo a mineração da bauxita”, explicou. “Nós tomamos ciência do que está acontecendo aqui, tanto da região de Rosário da Limeira quanto dos municípios limítrofes, então a partir do que a gente discutiu aqui, nós vamos pensar no que podemos fazer para dar um apoio a essa comunidade atingida e tentar de alguma maneira evitar ou mitigar esses danos socioeconômicos”, relatou.

A atuação direta sobre os casos é de competência das promotorias de Justiça locais. Os centros de apoio operacional do MPMG, como o CAO-Cimos, são órgãos que prestam suporte aos promotores, auxiliando na formulação das estratégias para o caso e disponibilizando informações e documentos para a atuação. No caso da mineração, os impactos socioeconômicos se somam aos impactos ambientais, tornando a reparação ainda mais complexa.

MP Itinerante

O Ministério Público Itinerante é realizado pelo MPMG por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça para Apoio Comunitário, Inclusão e Mobilização Sociais (CAO-Cimos) desde 2010. No ano passado, foram realizadas 34 edições do projeto, em municípios de várias regiões de Minas Gerais, como Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri e Zona da Mata, impactando a vida de cerca de 60 mil pessoas que participaram das atividades e usufruíram dos serviços oferecidos.

Nesta terceira edição, houve ainda reuniões comunitárias sobre conselhos e conferências de saúde, defesa do consumidor, saúde bucal e políticas de atendimento à população. Em 2025, serão realizadas mais de 50 edições, e a expectativa é que o número de participantes seja superior ao do ano passado.

Durante os eventos, foram ofertados diversos serviços gratuitos, como emissão de segundas vias de certidões de nascimento, casamento e óbito pelos cartórios dos municípios, com apoio do Sindicato dos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado de Minas Gerais (Recivil), atendimentos da Cemig, Copasa, Emater, OAB, INSS, Sine, Sedese, Polícia Civil e pelo Cejusc Itinerante, além dos serviços ofertados pelas prefeituras municipais e suas secretarias.

Estudantes de 14 a 17 anos participaram da palestra “Promotor por um dia: cidadania e Ministério Público”, apresentado pela promotora de Justiça Jackeliny Ferreira Rangel. Durante a atividade, os jovens tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho do Ministério Público. Após a fala, o compositor belo-horizontino MC Kroif apresentou a cultura do hip hop e finalizou a atividade cantando seus principais sucessos.

O MP Itinerante conta com diversos parceiros. Entre eles, estão: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc); Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig); Sindicato dos Oficiais de Registro Civil de Minas Gerais (Recivil); Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa); Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG); Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Minas); Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais (DPMG); Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG); Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); Ministério Público de Contas do Estado de Minas Gerais; Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese), por meio do Sistema Nacional de Emprego em Minas Gerais (Sine-MG); Serviço Social Autônomo (Servas); Empresa Mineira de Comunicação (EMC), por meio da Rede Minas e da Rádio Inconfidência, Correios.

Veja fotos dos eventos:

3º MP Itinerante 2025: Laranjal, Rosário da Limeira, Miradouro e Vieiras

Fotos: Gilson Junior/ Rádio Muriaé

Na noite deste sábado (22), uma mulher foi presa após ser flagrada com uma réplica de pistola na BR-116, nas proximidades da passarela no bairro da Barra. A prisão ocorreu após uma denúncia via 190, que informava uma discussão entre um casal nas imediações da rodoviária da cidade.

De acordo com as informações recebidas, a mulher teria apontado uma arma de fogo para o ex-companheiro durante a discussão. Com as características fornecidas, os policiais militares iniciaram o rastreamento para localizar a suspeita. Logo em seguida, a mulher foi abordada na BR-116 e, durante a abordagem, foi detida e conduzida para o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP).

Em depoimento aos policiais, a mulher relatou que o ex-companheiro teria tentado agredi-la com o simulacro de pistola. Ela contou que, durante o conflito, conseguiu tomar a réplica de arma dele e fugiu do local. A versão apresentada pela mulher será investigada pela polícia, que segue apurando os fatos para esclarecer completamente a situação.

A suspeita foi autuada e segue à disposição da Justiça.

Fonte: Portal Miradouro – Informações do site Rádio Muriaé

Foto: Cazé Drones – Pedágio da Ecovia Rio Minas de São Francisco do Glória

A partir da 0h deste sábado, 22 de março, 12 praças de pedágio sob administração da Ecovia Rio Minas, antiga EcoRioMinas, terão reajustes em suas tarifas. O aumento, de 4,56%, foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e está estabelecido pela Decisão SUROD 131/25, publicada nesta sexta-feira (21) no Diário Oficial da União (DOU).

Com o reajuste, as tarifas de pedágio nas diferentes praças terão as seguintes alterações para a categoria 1 de veículos (carros de passeio):

  • Praça P4 (Viúva Graça/RJ): de R$ 16,00 para R$ 16,40

  • Praça P5 (Viúva Graça B/RJ): de R$ 16,00 para R$ 16,40

  • Praça P6 (Itaguaí/RJ): de R$ 10,10 para R$ 10,50

  • Praça P7 (Magé/RJ): de R$ 18,60 para R$ 19,30

  • Praça P8 (Guapimirim/RJ): de R$ 19,40 para R$ 20,10

  • Praça P9 (Leopoldina/MG): de R$ 13,30 para R$ 13,80

  • Praça P10 (Laranjal/MG): de R$ 11,80 para R$ 12,20

  • Praça P11 (São Francisco do Glória/MG): de R$ 10,90 para R$ 11,20

  • Praça P12 (São João do Manhuaçu/MG): de R$ 8,90 para R$ 9,20

  • Praça P13 (Santa Bárbara do Leste/MG): de R$ 9,90 para R$ 10,30

  • Praça P14 (Inhapim/MG): de R$ 12,20 para R$ 12,60

  • Praça P15 (Eng. Caldas/MG): de R$ 9,80 para R$ 10,10

O reajuste, que entra em vigor já no início da madrugada de sábado, visa atualizar as tarifas de acordo com os custos operacionais e investimentos nas rodovias sob responsabilidade da concessionária. A decisão foi tomada com base na análise dos índices econômicos e de manutenção das rodovias que compõem o sistema de concessão.

Com o aumento, motoristas que trafegarem pelas praças de pedágio administradas pela Ecovia Rio Minas devem se preparar para o novo valor nas tarifas, que será válido para todas as categorias de veículos, conforme os respectivos valores especificados.

Fotos: Markinhus / Silva Alves

Na manhã deste sábado, um acidente deixou cinco pessoas feridas na BR-116, em Muriaé, próximo à região do Vale das Águas. Um veículo Chevrolet Classic, que seguia de Manhuaçu para Juiz de Fora, capotou após o motorista perder o controle do carro. No momento do acidente, o veículo transportava quatro adultos e uma criança.

Equipes do Corpo de Bombeiros, SAMU e da concessionária ECO Rio Minas foram prontamente acionadas para realizar o resgate das vítimas. Felizmente, todos os ocupantes do veículo sofreram ferimentos leves. Após os primeiros atendimentos no local, as vítimas foram encaminhadas ao Hospital São Paulo para uma avaliação médica mais detalhada.

A Polícia Rodoviária Federal também esteve presente no local, onde realizou os procedimentos de apuração das causas do acidente e tomou as medidas necessárias para o registro da ocorrência.

Embora o susto tenha sido grande, o acidente não causou vítimas fatais, e as autoridades continuam investigando o que pode ter levado à perda de controle do veículo. O estado de saúde das vítimas é estável, e elas seguem sendo acompanhadas no hospital.

Um jovem de 24 anos sofreu uma tentativa de homicídio na sexta-feira (21), em Carangola.

Conforme informações da Polícia Militar, ele contou que estava sentado próximo à sua residência quando um indivíduo encapuzado se aproximou perguntando se ele possuía maconha. Logo após, o suspeito disparou contra ele três vezes. Pessoas que estavam por perto ouviram os tiros e encontraram a vítima ferida.

O homem foi rapidamente atendido e levado para a Casa de Caridade de Carangola.

A identidade do suspeito permanece desconhecida.

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Fotos: PCMG

Em mais uma ação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE-DHPP), agentes de segurança apreenderam 100 comprimidos de ecstasy, popularmente conhecido como “Michael Douglas” ou “Droga do Amor”. A droga, que tem como composto principal a metilenodioximetanfetamina (MDMA), foi encontrada com duas mulheres de 33 e 35 anos, que foram conduzidas para a delegacia.

A apreensão ocorreu após um trabalho de monitoramento prévio realizado pelos agentes da DRE-DHPP. A investigação apontou que a carga de ecstasy tinha como destino o bairro Vermelho II, e seria entregue a mando de um traficante local, atualmente preso na cidade de Juiz de Fora.

O ecstasy, conhecido no meio popular como “Michael Douglas” ou “Droga do Amor“, é composto pela substância MDMA, que provoca nos usuários sensações de desinibição e excitação. O uso dessa droga tem sido cada vez mais comum em festas e eventos do tipo raves, onde ela é consumida para intensificar experiências sensoriais e sociais. No entanto, seu uso é extremamente perigoso e pode causar sérios danos à saúde.

A apreensão dos 100 comprimidos de ecstasy tem um valor estimado de aproximadamente R$ 7.000,00 no mercado ilegal. A ação da DRE-DHPP é parte de uma série de operações que visam combater o tráfico de entorpecentes e a venda de substâncias nocivas à saúde da população.

As suspeitas, após serem conduzidas para a delegacia, responderão pelos crimes de tráfico de drogas. As investigações seguem para identificar outros envolvidos no esquema de distribuição da substância ilícita.

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